INTRODUÇÃO
O objetivo desse Blog é levar você a uma reflexão maior sobre a vida, buscando pela compreensão das leis divinas o equilíbrio
necessário para uma vida saudável e produtiva.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Prezados irmãos e amigos. Não pretendo com esse Blog modificar o pensamento das pessoas. Não tenho a pretensão de ser dono da verdade, pois acredito que nenhuma religião ou seita detém o privilégio de monopolizá-la. Apenas estou transmitindo informações, demonstrando a minha crença, a minha verdade. Cabe a cada indivíduo a escolha de como quer entender as coisas do mundo em que vive, como quer viver a sua vida, e quais os métodos que quer utilizar para suas colheitas. Como disse Jesus, "A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória", ou seja, o plantio é opcional, você planta o que quiser, mas vai colher o que plantar. Por isto, muito cuidado com o que semear.
Pense nisso!

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ESPIRITISMO: LEIA, ESTUDE, PRATIQUE!

"Nascer, crescer, viver, morrer, renascer ainda, progredir sempre, tal é a lei", afirmou Kardec. Nascimento, vida e morte nada mais são do que três fases de um mesmo e único processo, o processo da vida.
Acabando com os chamados "mistérios da morte", o Espiritismo demonstrou, experimentalmente, que o homem se liberta do seu corpo físico de modo tão natural quanto a larva se transforma em borboleta. Lembrando os ensinos do Cristo e dos seus apóstolos, mostrou que a ressurreição, como escreveu o apóstolo Paulo em sua primeira epístola aos Coríntios, é de ordem espiritual e não material. "Enterra-se o corpo material, nasce o corpo espiritual". Nem anjo, nem demônio, nem alma do outro mundo, nem entidade misteriosa, o espírito daquele que morreu é o próprio morto que ressurgiu da morte. É o mesmo ser que conhecíamos na Terra, com seus vícios e suas virtudes, apenas desprovido de um envoltório grosseiro, como um escafandrista que, por tirar o escafandro, não deixa de ser o que era.
Dizia Victor Hugo: "Morrer não é morrer, meus amigos, morrer é mudar-se". E Charles Richet, o grande fisiologista francês, prêmio Nobel de Fisiologia, escreveu a Cairbar Schutel: "A morte é a porta da vida". O Espiritismo prova a realidade desses conceitos.
Através da imensa e variada fenomenologia mediúnica, desde simples manifestações de tiptologia até as de incorporação, de voz direta e de materialização, o Espiritismo vem demonstrando positivamente a realidade da sobrevivência.
Muita paz!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A QUESTÃO DA MEDIUNIDADE

A mediunidade não é exclusiva do Espiritismo. A História da Humanidade é muito rica em demonstrações de comunicação entre o plano espiritual e o homem encarnado. A mediunidade sempre existiu entre os homens, tendo sido desvirtuada de seu verdadeiro sentido na Antigüidade. As evocações tinham por objetivo as advinhações, fazendo-se dela um verdadeiro comércio, razão pela qual Moisés proibiu a sua prática.
Somente após os estudos de Kardec, foi que ela ganhou novo sentido. Um texto definitivo foi elaborado no Livro dos Médiuns, que nos permitiu compreender o mecanismo utilizado nesse processo de comunicação entre os dois mundos, o físico e o espiritual, denominado fenômeno mediúnico.
Esses fenômenos mediúnicos são a origem do Espiritismo, e que se produzem em virtude da lei que rege as relações do mundo visível com o mundo invisível, nada tendo de maravilhoso ou sobrenatural.
A mediunidade é uma faculdade comum a todas as criaturas. E como todas as faculdades naturais do ser humano, ela é inalienável. Ela não é alcançada através de rituais ou de fórmulas predeterminadas. A sua prática é racional, equilibrada, fruto da persistência e da continuidade, e se aperfeiçoa pelo exercício e esforço pessoal.
A Doutrina Espírita reserva o nome médium para aquelas pessoas nas quais essa faculdade é mais pronunciada. Mas todos nós, sem exceção, registramos em maior ou menor grau a influência do plano espiritual, ou seja, dos desencarnados junto de nós.
O Livro dos Médiuns é a base essencial para aqueles que desejam conhecer e compreender os fundamentos básicos que envolvem o processo mediúnico.
A Espiritualidade Superior não se cansa de nos recomendar o máximo cuidado com os dons mediúnicos: o prévio preparo moral e a disposição sincera de exercer o bem com essa faculdade. Ao médium, por ser ele o intérprete dos espíritos, dom gratuito que Deus lhe concedeu, não é permitido explorar palavras que não são suas.
Do livro "Diálogos com as sombras", de Hermínio C. Miranda, retiramos o seguinte parágrafo: "O desenvolvimento mediúnico é trabalho delicado, difícil, e muito importante, que exige conhecimento doutrinário, capacidade de observação, vigilância, tato, firmeza e muita sensibilidade para identificar desvios e desajustes que precisam ser prontamente corrigidos, para não levarem o futuro médium a vícios funcionais e, até mesmo, à perturbações emocionais de problemática recuperação".
Portanto, aquele que se inicia na fenomenologia mediúnica sem os requisitos necessários ou aquele que é levado pela mediunidade indisciplinada ou desgovernada estará se expondo a riscos para seu equilibrio emocional e orgânico. A prática mediúnica não deve ser improvisada. A mediunidade é um arado divino que o óxido da preguiça enferruja e destrói.
Muita paz!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

VOCÊ SABE O QUE É FELICIDADE?

A felicidade é coisa deste mundo? Como você se sentiria feliz?
Na realidade, a completa felicidade é apanágio espiritual. Isto porque vivemos num mundo de expiações e provas, e as aflições fazem parte da vida do homem, e elas representam a aplicação da lei de Deus na conduta humana. Não esqueçam que nós somos o somatório de nossas decisões passadas, nesta ou em outras encarnações. 
A dor é um instrumento que o Criador escolheu para retificar, ensinar e burilar o Espírito, em sua escalada evolutiva. Seria correto, então, afirmar que Deus criou o homem para a dor, para o sofrimento? Claro que não! O Pai criou o homem para a felicidade. O problema está onde o homem busca essa felicidade. Quase sempre, onde ele procura, isto é, o caminho que ele trilha leva à dor, à aflição, ao sofrimento. Em geral, ele baseia seus valores pelos bens conseguidos. Difícil para o homem é compreender que a felicidade está no serviço bem prestado, no desprendimento de si próprio e na compreensão do semelhante (Proceda para com os outros como deseja que os outros procedam para com você). A felicidade é conquista e nunca obra do acaso.
Aquele que apenas pede e espera jamais alcança seu destino, ou seja, ser feliz. É necessário pedir, mas também é preciso agir, buscando determinação, desprendimento e fortaleza moral. Ao invés de esperarmos compreensão deveríamos buscar compreender; ao invés de cobrarmos pelos nossos direitos deveríamos fazer valer os direitos do próximo; ao invés de reclamarmos o amparo que precisamos deveríamos buscar amparar aquele que realmente necessita; ao invés de raclamarmos o perdão, a misericórdia para com nossas ofensas deveríamos primeiro buscar perdoar àquele que nos tem ofendido.
Deveríamos primeiro conhecer as nossas próprias limitações, como seres em evolução que somos, para depois, então, escolhermos os nossos caminhos. Daí, aquela bela lição de sabedoria para nos orientar: "Senhor, dá-me força e coragem para poder mudar as coisas que eu consiga. Resignação diante daquelas que não tenho condição de mudar. Sabedoria e discernimento para saber separar uma da outra".
Muita paz!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

EXAMINADORES DO SER

Cada ser que gravita neste planeta, entre mergulhos na carne e emersão no plano espiritual, está em estágio próprio de evolução. E, por sermos Espíritos imperfeitos, ainda temos muitas lições a serem aprendidas; muitas experiências a serem vividas; muitos valores a serem adquiridos.
Nós lidamos sempre, pelos menos, com quatro examinadores que testam a nossa constância de propósitos e a nossa fé na vida futura. Três colocam obstáculos e apenas um facilita o caminho para alcançarmos patamares superiores. Os que dificultam são: MEDO, EGOÍSMO e ORGULHO. O medo é um agente que se alimenta da invigilância e das fraquezas do homem e, aliado à imaginações negativas, cria neuroses capazes de gerar o desânimo, a inércia. O egoísmo é o pai de muitos outros defeitos do Espírito, porque excita o ego a projetar-se além dos níveis do equilíbrio. Joanna de Ângelis faz o seguinte comentário, que julgamos pertinente para nossa reflexão: "As pessoas são normalmente competitivas no sentido negativo da palavra. Desejando assenhorear-se dos espaços que lhes não pertencem, e por se encontrarem em faixas primitivas da evolução, fazem-se injustas, perseguem e caluniam".
O efeito dessa disputa injustificada, que ilude o homem quanto àquilo que ele julga ter direito, acaba criando o ódio. Por isso, ele deve esforçar-se para dominá-lo. Pois, diante da irritação, pode por tudo o que construiu a perder. O orgulho está na raíz de quase todos os males, e leva o homem a ver-se como não o é e percebe-se acima das coisas do mundo. O orgulhoso sente prazer em fazer com que suas idéias sejam impostas aos demais, para satisfazer o seu ego, aumentando o nível de sua auto-estima. O orgulhoso é filho dileto do egoísmo. Não enxerga o seu próximo, vê apenas a si próprio. Agora, aquele que auxilia o homem a libertar-se, a desprender-se de suas tendências primitivas, fazendo-o vencer a si próprio, isto é, a evoluir a sua própria verdade é o amor. Só o amor é capaz de quebrar os elos vibratórios desarmonizados. O medo, o egoísmo e o orgulho são agentes perturbadores da harmonia e os causadores das dores do homem.
Ignorar uma situação não significa eliminá-la, ou mesmo superá-la. Tal postura permite que a causa cresça e se desenvolva, até o momento em que se torna insustentável, chamando a nossa atenção.
Para refletirmos diante desses examinadores, nada como um dia após o outro. Cada existência material do homem é um simples instante em sua natureza milenar.
Muita paz!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

REVENDO NOSSAS CRENÇAS

Cada dia é um convite à superação dos nossos limites gerando um novo espaço que se abre dentro de nós. Rever valores, questionar "verdades" e encontrar equilíbrio nas ações é o grande objetivo dessa nossa jornada terrestre. Devemos fazer um mergulho interior, refletindo sobre os limites que criamos para nós mesmos e sobre as crenças que comandam nossas vidas. Não pense que é uma tarefa fácil. Um esforço será exigido de nós. Porém, será um esforço libertador, feliz.
Pense nisso!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

LENDO E APRENDENDO

O dócil jumentinho
Conta-se, que Francisco de Assis, ao se fazer o portador da mensagem do Cristo, em plena Idade Média, estabeleceu para si mesmo regras extremamente rígidas. Seu objetivo não era fundar uma Ordem religiosa. Ele desejava simplesmente servir ao próximo. Mas para que pudesse pregar nas igrejas, Francisco de Assis se submete à exigência do Vaticano e funda uma Ordem. As regras que estabeleceu eram severas, onde, entre outras coisas, não era permitido usufruir senão do estritamente necessário.
Seu quarto parecia uma cela, sem conforto algum. Para cobrir o corpo. ele usava um tecido áspero, em forma de túnica, com uma corda na cintura, à guisa de cinto. O tecido era desprezado pelos mercadores da cidade de Assis, pois era aquele usado como embalagem das fazendas, sedas e veludos.
Para as refeições, Francisco era extremamente frugal, alimentando-se um pouco menos que o necessário. Até mesmo porque pensava sempre nos outros, antes que em si mesmo e nas suas necessidades e satisfações pessoais.
Certo dia, estando a meditar, apareceu Frei Leão, um de seus mais próximos companheiros. Ele dizia que tinha um problema e desejava o auxílio de Francisco para a solução. Então falou: -eu conheço uma pessoa que tem um jumentinho. Ele é muito frágil, magro, doente. Apesar disso, seu dono não o alimenta bem e exige muito dele.
Ele monta no animal e exige ser carregado? Perguntou Francisco.
Sim, Francisco. O pobre do animal mal se aguenta em pé e o dono lhe exige isso e muito mais. Não tem piedade para com ele. Diga-me, que devo dizer a esse homem?
Francisco respondeu a Frei Leão: - que maldade! Pois traga-me esse homem e eu falarei com ele. Dir-lhe-ei como se deve tratar os animais.
Frei Leão docemente esclareceu: - Francisco, é você o dono do jumentinho. Seu corpo é o jumentinho que o leva a todo lugar e não está sendo bem tratado.
Verdade, Frei Leão? Eu faço isso com meu corpo? Trato-o tão mal assim? E, ante a afirmação do companheiro, Francisco ali mesmo se ajoelhou e orou: - meu doce jumentinho, me perdoe. Nem percebi que estava a tratar tão mal a você, de quem dependo para realizar minha obra. Terei mais cuidado, daqui em diante.
A narrativa nos leva a nos perguntarmos: estamos tratando bem nosso corpo? Tem sido adequada a alimentação? Temos lhe permitido o repouso devido e temos atendido às suas dores?
Pensemos nisso! Nosso doce jumentinho é nosso instrumento de trabalho na Terra.
Vamos tratar bem dele e atendê-lo nas suas solicitações.
Com base em artigo do Momento Espírita.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

EDITORIAL

O mês de outubro, para nós, espíritas, é conhecido como o "mês de Kardec". Foi em outubro de 1804, mais precisamente no dia 3, em Lião, na França, que retornou à Terra o mensageiro divino que recebeu o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail, como consta em sua certidão de batismo ou Denizard Hippolyte Léon Rivail, como constante em seu registro civil. Com o pseudônimo de Allan Kardec, este missionário fez com que a luz do Consolador prometido se acendesse por toda a Terra, trazendo de volta os ensinamentos deixados pelo Cristo.
A este grande missionário  de Jesus, o nosso preito de gratidão pela obra que nos foi legada. Tratemo-la como um precioso tesouro de toda a humanidade, estudando-a e levando sua mensagem aos corações carentes de esclarecimento e de consolo.
Obrigado, Kardec!