INTRODUÇÃO
O objetivo desse Blog é levar você a uma reflexão maior sobre a vida, buscando pela compreensão das leis divinas o equilíbrio
necessário para uma vida saudável e produtiva.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Prezados irmãos e amigos. Não pretendo com esse Blog modificar o pensamento das pessoas. Não tenho a pretensão de ser dono da verdade, pois acredito que nenhuma religião ou seita detém o privilégio de monopolizá-la. Apenas estou transmitindo informações, demonstrando a minha crença, a minha verdade. Cabe a cada indivíduo a escolha de como quer entender as coisas do mundo em que vive, como quer viver a sua vida, e quais os métodos que quer utilizar para suas colheitas. Como disse Jesus, "A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória", ou seja, o plantio é opcional, você planta o que quiser, mas vai colher o que plantar. Por isto, muito cuidado com o que semear.
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Estudo de O Livro dos Espíritos

LIVRO SEGUNDO
MUNDO ESPIRITUAL OU DOS ESPÍRITOS
Capítulo IX – Intervenção dos Espíritos no mundo corporal.
Dando continuidade ao estudo do tópico Anjos de guarda, Espíritos protetores, familiares ou simpáticos, vamos abordar as Questões de 503 a 504-a.
503. O Espírito protetor que vê o seu protegido seguir um mau caminho, apesar dos seus avisos, não sofre com isso e não vê, assim, perturbada a sua felicidade?
“Sofre com os seus erros e os lamenta mas essa aflição nada tem das angústias da paternidade terrena, porque ele sabe que há remédio para o mal, e que o que hoje não se fez, amanhã se fará”.
O Espírito protetor é equilibrado e não sofre com o sofrimento do seu protegido, porque dessa maneira ele não poderia lhe dar conselhos nem teria condições para ensinar, pois também sofreria. Compungem-no os erros do seu protegido, a quem lastima. Tal aflição, porém, não tem analogia com as angústias da paternidade terrena, porque ele sabe que há remédio para o mal e que o que não se faz hoje, amanha se fará.
504. Podemos sempre saber o nome do nosso Espírito protetor ou anjo da guarda?
“Como quereis saber nomes que não existem para vós? Acreditais, então, que só existem os Espíritos que conheceis?”
O Espírito protetor não tem nome, apesar de ter tido várias denominações nas vidas passadas.
504–a. Como então o invocar, se não o conhecemos?
“Dai-lhe o nome que quiserdes, o de um Espírito superior pelo qual tendes simpatia e veneração; vosso protetor atenderá a esse apelo, porque todos os bons Espíritos são irmãos e se assistem mutuamente”.
A não ser que ele mesmo possa nos sugerir algum, pelas vias mediúnicas, pelo sonho, pela visão, podemos dar a ele um nome que mais simpatizamos, que ele receberá com gratidão, e quando chamado por esse nome, atenderá com presteza ao seu protegido, O importante não é o nome; o importante é a proteção recebida.

LIVRO SEGUNDO
MUNDO ESPIRITUAL OU DOS ESPÍRITOS
Capítulo IX – Intervenção dos Espíritos no mundo corporal.
Dando continuidade ao estudo do tópico Anjos de guarda, Espíritos protetores, familiares ou simpáticos, vamos abordar as Questões de 496 a 502-a.
496. O Espírito que abandona o seu protegido, não mais lhe fazendo o bem, pode fazer-lhe mal?
“Os bons Espíritos jamais fazem o mal; deixam que o façam os que lhes tomam o lugar, e então acusais a sorte pelas desgraças que vos oprimem, enquanto a falta é vossa”. 
Os bons Espíritos nunca fazem mal a ninguém, por vivenciarem o amor, e já terem aprendido, nas caminhadas percorridas, que somente o amor salva e traz felicidade. É importante nós sabermos que não são os Espíritos superiores que se afastam de nós, nós é que cortamos a nossa sintonia com eles, atraindo os Espíritos ignorantes que nos assediam.
497. O Espírito protetor pode deixar o seu protegido à mercê de um Espírito que o quisesse mal?
“Existe a união dos maus Espíritos para neutralizar a ação dos bons, mas, se o protegido quiser, dará toda força ao seu bom Espírito. Esse talvez encontre, em algum lugar, uma boa vontade a ser ajudada, e a aproveita, esperando o momento de voltar junto ao seu protegido”.
O Espírito protetor não deixa seu tutelado à mercê de outro Espírito que queira lhe fazer o mal. O protegido, já dissemos, é que entra na faixa do “inimigo”, atraindo-o. O encarnado chama-o pelo procedimento e eles são muitos, atendendo pela lei dos afins. Deus o permite, por encontrar nos nossos sentimentos essa vontade que é de servir de instrumentos para que a luz se acenda nos corações.
498. Quando o Espírito protetor deixa o seu protegido se extraviar na vida, é por impotência para enfrentar os Espíritos maléficos?
“Não é por impotência, mas porque ele não o quer: seu protegido sai das provas mais perfeito e instruído, e ele o assiste com os seus conselhos, pelos bons pensamentos que lhe sugere, mas que infelizmente nem sempre são ouvidos. Não é senão a fraqueza, o desleixo ou o orgulho do homem que dão força aos maus Espíritos. Seu poder sobre vós só provém do fato de não lhes opordes resistência”.
A luz nunca teme as trevas; estas é que são escorraçadas pela luz, quando conveniente. O Espírito superior tem a seu favor a tranquilidade da consciência imperturbável, e se é imperturbável, ela nada teme. O protetor procura por todos os meios livrar o seu tutelado das artimanhas dos Espíritos inferiores; quando não consegue, por este estar ligado a eles por lei de afinidade, permite o Espírito protetor que seu tutelado fique envolvido, como lição, que no amanhã será valiosa, como prova. Quando nos ligamos a certas coisas, estamos pedindo para isso, e nos é concedido como experiência, por vezes notável, que vem nos ajudar a conhecer a verdade pela dor, tanto do obsidiado como do obsessor. Todos dois ganham na luta das trevas para se fazer a luz.
499. O Espírito está constantemente com o protegido? Não existe alguma circunstância em que, sem o abandonar, o perca de vista?
“Há circunstâncias em que a presença do Espírito protelar não é necessária, junto ao protegido”.
Em certas circunstâncias, o anjo-guardião deve sair de junto do seu protegido por força maior, mas não deixa de estar sensível às suas necessidades, onde quer que esteja. Para tanto, tem sentidos desenvolvidos, como Espírito elevado que é, e a sua iluminação lhe garante cumprir os seus deveres, mesmo a distâncias enormes para os encarnados, mas que para os desencarnados nada significam. Quando o protegido é consciente do seu amigo espiritual, ele pode chamá-lo pelo pensamento e esse atender pelos mesmos processos.
500. Chega um momento em que o Espírito não tem mais necessidade do anjo da guarda?
“Sim, quando se torna capaz de guiar-se por si mesmo, como chega um momento em que o estudante não mais precisa de mestre. Mas isso não acontece na Terra”.
Todos somos dependentes, de certa maneira, uns dos outros, em quase todas as circunstâncias da vida. Mas, de acordo com crescimento do Espírito, vamos nos libertando paulatinamente, passando a conhecer a verdade, como diz o Cristo, e tornando-nos livres. No entanto, essa liberdade é relativa em todas as direções da vida.
O aluno precisa de mestre até certo nível de escolaridade; depois vai se libertando e passando de discípulo a instrutor e nessa subida vai ganhando a libertação que lhe dá consciência do que deve fazer.
501. Por que a ação dos Espíritos em nossa vida é oculta, e por que, quando eles nos protegem, não o fazem de maneira ostensiva?
“Se contásseis com o seu apoio, não agiríeis por vós mesmos e o vosso Espírito não progrediria. Para que ele possa adiantar-se, necessita de experiência e em geral é preciso que adquira à sua custa; é necessário que exercite as suas forças, sem o que seria como uma criança a quem não deixam andar sozinha. A ação dos Espíritos que vos querem bem é sempre de maneira a vos deixar o livre-arbítrio, porque se não tivésseis responsabilidade não vos adiantaríeis na senda que vos deve conduzir a Deus. Não vendo quem o ampara, o homem se entrega às suas próprias forças; não obstante, o seu guia vela por ele e de quando em quando o adverte do perigo”.
A ação do Espírito protetor ao seu tutelado é oculta, e não poderia ser de outro modo, porque quem recebe ajuda muito visível, além de ficar dependente, se acomoda, fica esperando somente da fonte que lhe dá de beber, esquecendo-se do seu dever no campo do esforço próprio. Observemos um pai, quando dá tudo ao filho, sem dele exigir cooperação: o filho se acomoda e não quer se esforçar no trabalho, faltando-lhe o estímulo no cumprimento dos seus deveres ante a vida. Quando os pais, ao contrário, exigem dos filhos o trabalho que está à altura das suas forças, eles geralmente são filhos cumpridores dos deveres e se tornam pessoas de bem e honradas. Se os guias espirituais ficassem visíveis aos seus protegidos, seriam agredidos por eles com o petitório constante, e a dependência cresceria.
502. O Espírito protetor que consegue conduzir o seu protegido pelo bom caminho experimenta com isso algum bem para si mesmo?
“É um mérito que lhe será levado em conta, seja para o seu próprio adiantamento, seja para sua felicidade. Ele se sente feliz quando vê os seus cuidados coroados de sucesso; é para ele um triunfo, como um preceptor triunfa com os sucessos do seu discípulo”.
Vejamos: todo trabalhador é digno do seu salário. O Espírito protetor, quando vê que seu protegido está em bom caminho, que esse escuta seus conselhos e os coloca em prática, sente-se feliz pelo proveito dos seus trabalhos. Ele é recompensado pela consciência, no silêncio que a tranquilidade é doadora e a sua folha de serviço no reino onde habita fica enriquecida pelas bênçãos de Deus.
502–a. É ele responsável, quando não o consegue?
“Não, pois fez o que dele dependia”.
O Espírito protetor não é responsável pelos maus resultados que podem advir do seu tutelado, porquanto os conselhos são sempre bons, mas esquecidos ou mal interpretados. Ele faz o que está ao seu alcance para ajudar.

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